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Veneno Maldito

Julinho de Adelaide

Faixa 5 · 2:53 · 2026

Letra

Farsas telepáticas, governos militares Focas adestradas, ideias limitadas Mentes perigosas, torturas apuradas A arte reprimida, liberdade algemada Ditadura pau de arara, segurança nacional Atos irracionais, censura radical Sem voz na garganta, poeta marginal Julinho de Adelaide, a fúria é general Cadê o meu? Cadê o meu, ó meu? Eu não falo por despeito Mas, também, se eu fosse eu Quebrava o teu, cobrava o meu direito

Faixas do álbum

  1. 1 2:05
  2. 2 2:22
  3. 3 1:47
  4. 4 2:17
  5. 5

    Julinho de Adelaide

    2:53